Olhava aquele rosto na foto como quem olhava algo santo e ao mesmo tempo maldito. A boca seca e a sensação de não poder mais respirar. Cabeça zonza, pensamentos confusos e uma impressão de dor que não é dor, é a chama que consumia seu momento. Saudade...
Escutava a música com as próprias lágrimas e embalava o coração na batida de compassos que já se foram. Suspirava acordes perdidos e escrevia a trilha sonora perfeita para a chama que consumia seus sons. Saudade...
Escrevia longas cartas, descrevendo memórias, discorrendo lembranças. Palavras soltas, aperto no peito, sensação de abandono num roteiro que contava a história da chama que consumia sua poesia. Saudade...
Encarava o espelho estranhando o rosto que via. Media o arrependimento, chorava a distância, tentava alcançar o nada e repetia entredentes o nome do combustível da chama que consumia seus momentos, seus sons, sua poesia...
Descobria então que saudade não dói... ARDE!!!
Escutava a música com as próprias lágrimas e embalava o coração na batida de compassos que já se foram. Suspirava acordes perdidos e escrevia a trilha sonora perfeita para a chama que consumia seus sons. Saudade...
Escrevia longas cartas, descrevendo memórias, discorrendo lembranças. Palavras soltas, aperto no peito, sensação de abandono num roteiro que contava a história da chama que consumia sua poesia. Saudade...
Encarava o espelho estranhando o rosto que via. Media o arrependimento, chorava a distância, tentava alcançar o nada e repetia entredentes o nome do combustível da chama que consumia seus momentos, seus sons, sua poesia...
Descobria então que saudade não dói... ARDE!!!
Ms Ladybug
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