domingo, 4 de novembro de 2007

société

Ainda estou pensativo no que vi a algumas horas, estavamos seguindo nosso caminho quando fomos forçados a desviar de um obstáculo. Não era um obstaculo comum! Era um ser humano!! A reação foi rápida, de puro reflexo seguida de perguntas e reflexão!!!

Na minha cabeça passaram uma série de acontecimentos que podiam se encaixar na situação. Primeira poderia ser apenas um bêbado, que estava bem vestido às 20:30 de uma terça-feira estatelado na beira da calçada. Segunda, uma cara que foi assaltado. Terceira um cara que levou uma surra. Quarta uma armadilha pra nos assaltarem, afinal o cara estava com 80% do corpo na rua. Quinta um cara baleado, e ele estava ali se contorcendo.

Depois disso fiquei pensando! Que merda!! Não sei se sou só curioso ..... mas fiquei indignado imaginando quantas pessoas ignoraram o fato. Lembrei daqueles e-mails que nos mandam com uma historia sobre uma palavra amiga de ajuda!! Não devia ter lido, agora estou pior ainda. A
sociedade está criando uma forma tao egoista de se viver que você na sua proteção acaba tornando o mundo um lugar horrível de se viver. Você é unico e se precisar de alguem estará sozinho. Já começou só não quero ver como acaba!!

Ao som de Stone Temple Pilots - Plush

Texto: The Naked Runner
Ilustração: Há Fael

4 comentários:

Anônimo disse...

Ficamos sem ação por não saber qual ação é pertinente...

Daí acabamos chamando os órgãos públicos: policia, bombeiros, assistência social... pessoas que são pagas pra resolver os problemas sociais que a sociedade cria.

Belo texto, ótima reflexão! =)

E, boas vindas ao Fael! =)
Que será nosso "desenhista da realidade"! hehehe

Abraços!

Anônimo disse...

Agora teremos um pouco de colorido nas páginas da vida com suas ilustrações que acompanham os textos preto e branco.

Ótima idéia!
Bienvenido hermano Fael!

Abraço

Há Fael disse...

Opa! Valeu pelos cumprimentos e a recepção.

À arte!

o/

gusf disse...

O caro Lucca disse tudo.

Talvez nossas reações ainda estejam muito imaturas em relação ao que o mundo se tornou, e claro que é péssimo lembrar a parte que temos nisso.

Que fazer, que fazer? Com tudo?

Contudo... sempre há alguém mais para ajudar. Ou compartilhar uma impotência, ao menos.